Leishmaniose canina descubra o tratamento e como evitar

A leishmaniose é uma doença vetorial, transmitida somente através da picada do mosquito-palha, não havendo transmissão ou contágio do cão para o homem ou vice-versa
A leishmaniose visceral (LV) é enfermidade zoonótica que acomete, além do homem, diversas espécies animais, tanto domésticas quanto silvestres.
Dentre os hospedeiros vertebrados que podem ser infectados, o cão é aquele considerado importante na manutenção do ciclo epidemiológico da doença nas áreas urbanizadas pela alta capacidade de infectar o inseto vetor da enfermidade.
Apresenta ampla distribuição mundial e nacional, havendo referência da ocorrência de infecção (casos autóctones) em cerca de 90 países. Nas Américas, aproximadamente 90% dos casos humanos de LV têm sido registrados no Brasil, onde a doença afeta mais de 3.500 pessoas anualmente e para cada humano afetado, a estimativa é que haja 200 cães infectados, segundo o Ministério da Saúde. No estado de Mato Grosso do sul, entre 2011 e julho de 2020, foram confirmados 1.741 casos de LV e 124 óbitos. (https://www.vs.saude.ms.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Boletim-Epidemiol%C3%B3gico-Leishmaniose-SE-32.pdf).

Prevenção da Leishmaniose
Também conhecida como calazar, a Leishmaniose é uma infecção parasitária que pode ser transmitida para seres humanos. No início ela pode ser silenciosa, mas a doença tende a evoluir para quadros mais graves e pode levar o paciente à morte.


Proteção individual:
*usar de mosquiteiro com malha fina (https://saude.rs.gov.br/leishmanione-visceral);
*telar de portas e janelas com malha fina;
*usar repelentes;
*não se expor nos horários de atividade do vetor (crepúsculo e noite).

Manejo ambiental para controle do vetor:

*limpar quintais, terrenos e praças públicas (recolhendo folhas e galhos);
*eliminar resíduos sólidos orgânicos e dar destino adequado a este lixo;
*evitar sombreamento excessivo do pátio e eliminar fontes de umidade.
Medidas de controle da população canina:

*manejo de cães em situação de rua;
*estímulo da posse responsável de animais domésticos;
*canis telados com malha fina que evite acesso de insetos;
*coleiras (como medida auxiliar de prevenção da doença nos cães).
“Hoje, recomenda-se além da vacina da Leishmaniose para o cão, a dupla proteção, a utilização da coleira junto para evitar que o animal seja parasitado pelo vetor que é o mosquito”, destaca a médica veterinária, Camila Weber.

O que é e o que causa a Leishmaniose canina?
A Leishmaniose é uma doença causada por protozoários do gênero Leishmania, sendo a espécie Leishmania infantum chagasi o agente etiológico causador de endemia no Brasil.
Uma vez no organismo do hospedeiro, que pode ser o cão, o agente etiológico se multiplica e começa a atacar as células fagocitárias conhecidas como macrófagos. Elas fazem parte do sistema imunológico, ajudando a proteger o organismo contra corpos e agentes estranhos. Se não tratada, a doença pode evoluir, atingindo órgãos importantes, como o fígado e a medula óssea.


Existem dois tipos de Leishmaniose: a cutânea e a visceral. No entanto, quando falamos em cachorros, a mais comum é a visceral.
Fique atento às formas de prevenção e tratamento da doença calazar. Os veterinários da Bichos S.A. estão prontos para te atender da melhor maneira possível e te orientar na prevenção da leishmaniose do cão e seu tratamento.

Como se pega a Leishmaniose canina?
A leishmaniose é uma doença vetorial, transmitida somente através da picada do mosquito-palha (https://bvsms.saude.gov.br/leishmaniose-2/), não havendo transmissão ou contágio do cão para o homem ou vice-versa. O mosquito-palha se torna infectado com o parasita causador da leishmaniose quando ele pica um cão ou um ser humano que possui a doença.

O cachorro não transmite a Leishmaniose
É preciso desmistificar que, ao contrário do que muitos ainda acreditam, a Leishmaniose não é transmitida a partir do contato direto com o cachorro por meio de saliva, mordidas, entre outros. A transmissão ocorre através da picada da fêmea do mosquito-palha.
Leishmaniose em cachorro tem cura? Existe tratamento?
As medidas mais utilizadas para o combate da enfermidade se baseiam no controle de vetores e dos reservatórios, proteção individual, diagnóstico precoce e tratamento dos doentes, manejo ambiental e educação em saúde.
Há vacinas contra a leishmaniose visceral canina licenciadas no Brasil e na Europa. Na Bichos, nossos médicos veterinários realizam a vacinação que é considerada uma forma eficaz no controle da enfermidade canina por proteger o animal da doença e minimizar o risco de que ele se torne um potencial reservatório do parasita e, por conseguinte, fonte de infecção aos insetos vetores.

É recomendado associar o seu emprego a outros métodos preventivos contra o vetor  como coleiras específicas e limpeza do ambiente da melhor maneira possível.


Prevenção da Leishmaniose
As medidas de proteção preconizadas consistem basicamente em diminuir o contato direto entre humanos e os flebotomíneos. O uso de repelentes, evitar os horários e ambientes onde esses vetores possam ter atividade, a utilização de mosquiteiros de tela fina e, dentro do possível, a colocação de telas de proteção nas janelas. Outras medidas importantes são manter sempre limpas as áreas próximas às residências e os abrigos de animais domésticos; realizar podas periódicas nas árvores para que não se criem os ambientes sombreados; além de não acumular lixo orgânico, objetivando evitar a presença mamíferos comensais próximos às residências, como marsupiais e roedores, que são prováveis fontes de infecção para os flebotomíneos.


Vacina da Leishmaniose:
“A proteção da vacina gira em torno de 92 a 96% de eficácia  no animal vacinado. Assim como qualquer vacina não há garantia de 100% de proteção uma vez que a resposta imunológica pode variar de animal para animal. Por isso, sempre é recomendado associação da vacina com uso de coleiras contra Leishmaniose (https://www.youtube.com/watch?v=U-lSFd9d3Vw&t=3s ) ou repelentes para evitar a picada do vetor, assim como medidas sanitárias de limpeza ambiental”, destaca o médico veterinário Willian Klein.


Vale destacar que a leishmaniose em gatos é considerada rara. Os felinos parecem ser mais resistentes à doença. Segundo Klein, “O protozoário tem mais dificuldade de se reproduzir no gato do que no cão o que diminui a resposta inflamatória e por consequência os sinais clínicos. Apesar de a leishmaniose ser uma doença  séria, os gatos não possuem grandes riscos comparados aos cães”.

Lembrando que existe tratamento para leishmaniose em cachorro. O medicamento Milteforan Virbac é o único aprovado, seguro e eficaz para o tratamento da doença. Compre o seu medicamento online aqui na Bichos Pet Shop. Enviamos para todo o Brasil. 

Para mais informações consulte a nossa equipe de médicos veterinários. Agende um atendimento, seu pet merece todo o nosso carinho. 

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